Em uma Audiência Pública, reafirmei meu compromisso de enfrentar a violência no ambiente escolar. Eu tenho convicção de que esse problema não nasce dentro da escola. Ele é reflexo das dores, das ausências e das fragilidades da própria sociedade. Por isso, não acredito em soluções simplistas ou discursos vazios.
Enfrentar a violência exige estrutura, escuta e cuidado.
Defendi a construção de uma rede de proteção forte e integrada, envolvendo as Secretarias de Educação, Desenvolvimento Social e Saúde, além do Judiciário, da Promotoria e das Delegacias. Escola não pode estar sozinha.
Também cobrei a implementação da lei que garante a presença de assistentes sociais e psicólogos nas escolas. Esse é um passo essencial para prevenir conflitos, acolher estudantes e apoiar professores.

